Cafetiliano, meu amor
Me deixe desenhar os aconteceres. Lembro de você tocando cada canto meu. Nos experimentávamos. As minhas unhas vermelhas sempre te contrariava, talvez, por serem o retrato um tanto voraz do amor-carmim que sonho encarnar.
Queria te saber por dentro, hoje, agora. Te preparar um beijo antes que você terminasse o vinho. Me espreguiçar fotografada pelo teu rosto e te ver me guardando em tuas pálpebras, me deixando escorregar em tuas curvas instantes depois.
Sinto falta do tanto que você me dava.
Tua Plutônia
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