Plutônia,
Agora se diz minha depois de evitar ser. Posse essa que não se tem direito ao tato, Pra quê então? Ora, do vermelho sinto o tantinho que incomodava, mas era só. Querendo ou não, o teu jeito sozinho de não depender de mapas, bússola, pente, me arrebatava; era tocante esse desleixo, mas a geografia das tuas medidas é que me aborreceu. Sempre se deixou levar o coração pro sul, agora me deixa acreditar de vez que o lugar dele é ao norte do teu umbigo, fora de minhas possibilidades, dentro do limite de teus orgulhos tardiços.
Temo que minhas pernas me leve aos teus braços.
Cafetiliano.